A polêmica tomou conta da Câmara Municipal, mas Viviane da ONG resolveu colocar os pingos nos “is”. Após boatos circularem de que estaria sendo criado um cargo comissionado, a vereadora rebateu duramente e desmentiu a informação. Segundo ela, trata-se de um cargo para concurso público, peça-chave na reestruturação administrativa da Casa, com o objetivo de melhorar as condições de trabalho dos parlamentares e servidores.
Viviane não poupou críticas ao vereador que se posicionou contra a proposta. Ela lembrou que o mesmo parlamentar que agora condena a criação de um único cargo técnico já pediu anteriormente a criação de nove cargos de assessores. Além disso, ressaltou que o vereador faz parte de uma comissão da Câmara, mas sequer comparece às reuniões, o que, segundo ela, explica sua falta de conhecimento sobre os projetos e seu hábito de tumultuar as sessões.
A parlamentar também disparou contra a imprensa, que teria divulgado a informação de forma equivocada, confundindo a população ao falar em cargo de confiança.
Com esse embate, Viviane tenta virar o jogo e mostrar que sua proposta não é inchaço da máquina pública, mas sim o primeiro passo para modernizar e organizar a Câmara Municipal. O debate, no entanto, promete continuar pegando fogo nos próximos capítulos da política local.