O golpe começou com uma notificação no celular — dessas que fazem o coração disparar. Em poucos minutos, a vítima já estava diante de um suposto advogado, falando em urgência, processo importante e até citando um “juiz federal”. A pressão era tanta que a moradora de Ibaté acabou transferindo R$ 1.400 para a conta indicada pelo criminoso.
Segundo a Polícia Civil, o golpista usou documentos falsos, mensagens convincentes e toda a frieza típica de quem sabe manipular. Só depois do pagamento a vítima percebeu que tinha caído em uma farsa cuidadosamente planejada.
A denúncia foi registrada rapidamente, e a polícia agora tenta rastrear o autor — que explorou a confiança, forjou identidades e transformou a internet em arma para enganar mais uma moradora da cidade.
Até quando golpes digitais vão continuar avançando sobre a população? Quantos ibateenses ainda podem cair em esquemas cada vez mais sofisticados?
A orientação é clara: desconfie sempre, confirme identidades e nunca realize transferências sem certeza absoluta.
E você, leitor: Ibaté precisa endurecer o combate a crimes virtuais? Quer ver mais operações e investigações nas ruas e na rede?