Nesta quarta-feira, 30 de outubro de 2025, a Vigilância Sanitária Estadual, em apoio a uma fiscalização do Ministério Público, interditou duas comunidades terapêuticas em Ibaté. Segundo informações apuradas, foram encontradas diversas irregularidades, entre elas internações forçadas, ausência de profissionais habilitados e denúncias de maus-tratos.
As instituições atendiam pessoas em tratamento contra a dependência química e, com a interdição, os acolhidos deverão ser encaminhados a locais adequados e devidamente regularizados. A ação faz parte de uma série de fiscalizações voltadas a garantir segurança, dignidade e acompanhamento técnico adequado aos internos.
O caso reacende o debate sobre o funcionamento e a fiscalização dessas comunidades: quem garante que todos os locais oferecem atendimento humanizado e dentro da lei?
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